Seis décadas a serviço da Bahia, de Itapé a Brasília.
Advogado, Procurador Federal aposentado, ex‑Subsecretário de Estado e filho do interior baiano. Uma vida pública construída em cargos técnicos de Estado, acima da polarização partidária.
Dr. Carlos Eduardo Sodré, candidato ao Senado Federal pela Bahia.
Dr. Carlos Eduardo Sodré é advogado, Procurador Federal aposentado pela Advocacia‑Geral da União, Cônsul Honorário da República da Costa do Marfim na Bahia, ex‑Subsecretário de Estado da Bahia, professor e escritor.
Sua trajetória de serviço público atravessa seis décadas, dos anos 1960 até hoje, construída em cargos técnicos de Estado - não de partido. É o que fundamenta seu posicionamento como um candidato acima da polarização partidária.
Natural de Itapé, no sul da Bahia, região conhecida como o Principado do Estreito d'Água, Carlos Sodré representa a rara combinação de enraizamento territorial profundo com experiência institucional de alcance nacional. Filho do interior, construiu carreira em Brasília, Salvador e nas principais instâncias federais e estaduais, sem jamais perder o vínculo com sua terra natal.
É pai de quatro filhos - Eleonora, Carlos Horácio, Gabriela e Renato‑Afonso - e avô de Giulia e Benjamim. Jornalista registrado e autor do livro “Por Itapé, tudo!”, publicado em homenagem ao cinquentenário da emancipação política de seu município natal.
As raízes: Itapé, família e os valores
A história de Carlos Eduardo Sodré começa em Itapé, município fundado às margens do Rio Cachoeira e emancipado em 28 de dezembro de 1961. É filho de Horácio Tolentino Sodré e Maria da Glória “Glorinha” - pessoas de origem simples e formação primária incompleta, mas de extraordinária retidão moral.
O pai, que foi prefeito de Itapé em dois mandatos, ensinou desde cedo que “nada vence o trabalho” e que “quem não vive para servir, não serve para viver”. Esses dois princípios atravessam toda a sua trajetória pública como um código de conduta inegociável.
Em 2017, a Barragem do Rio Colônia - que garante abastecimento de água para 300 mil pessoas em Itabuna, Itapé, Uruçuca e região - recebeu oficialmente o nome de Barragem Horácio Tolentino Sodré (Lei Estadual nº 13.826/2017). É hoje o legado mais visível do nome Sodré na estrutura física da Bahia.
Aos 13 anos, em 1960, Carlos já era orador na mobilização popular pela emancipação de Itapé, ao lado do pai. A relação deste candidato com a palavra pública começa na infância, discursando pela liberdade de sua terra.
A formação: da banca de feira ao diploma de Direito
Cursou o primário em escola pública de Itapé e, para seguir os estudos, transferiu‑se para Itabuna, onde fez o ginásio e o clássico no Colégio Estadual. Vivia de segunda a sexta na casa de tios e voltava a Itapé aos sábados para montar sua própria banca de feira - a renda que pagava sua estada na cidade. Aos domingos, reiniciava o ciclo.
Aprovado no vestibular, formou‑se na Faculdade de Direito de Ilhéus, um dos embriões da FESPI, que originou a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Cada livro que leu, leu enquanto trabalhava para pagar a própria formação.
Essa é a diferença entre quem serve ao povo porque precisa de votos e quem serve ao povo porque conhece, de dentro, o que é precisar.
O Ginásio de Itapé: o maior orgulho de uma vida
Entre 1968 e 1970, liderou - sob a bandeira da CNEC e com o apoio do prefeito Horácio Sodré - a fundação do Ginásio de Itapé, instituição na qual também lecionou voluntariamente. Os jovens da cidade não tinham como se manter em Itabuna para estudar; o Ginásio resolveu esse problema estrutural.
“Aquela semente frutificou e influiu nos destinos de um sem‑número de jovens, meus conterrâneos, nos últimos cinquenta anos.” É a prova mais concreta de impacto real na educação baiana: meio século de jovens formados por uma escola que não existiria sem a sua iniciativa.
Integridade que custou caro
A vida pública iniciou‑se em 1970. Em 1978, sob perseguição durante o regime militar, transferiu‑se para Salvador - pagou um preço real de carreira por recusar a capitulação. Candidatou‑se reiteradamente a deputado estadual, em uma trajetória de combate sem se curvar ao mandarinato local.
Essa recusa em se curvar à máquina política custou‑lhe eleições e anos de juventude. Mas nunca lhe custou a integridade.
Ver a trajetória e os reconhecimentosOs valores que formaram um homem público.
O trabalho como método
Uma vida construída no esforço - da banca de feira aos mais altos cargos técnicos de Estado.
“Nada vence o trabalho.”Servir antes de tudo
Política como serviço às pessoas, não como instrumento de poder pessoal.
“Quem não vive para servir, não serve para viver.”Integridade inegociável
Acima da polarização e dos partidos. Pagou o preço da coerência e jamais trocou a dignidade pelo poder.
“Às vezes mudando de partido para não mudar de lado.”Uma folha de serviços ao Estado.
Procurador Federal aposentado
Cerca de 20 anos na Advocacia‑Geral da União, em defesa dos interesses da União.
Subsecretário de Estado da Bahia
Em seis oportunidades, nas áreas de Agricultura e Administração Penitenciária.
Cônsul Honorário da Costa do Marfim
Representação diplomática honorária da República da Costa do Marfim na Bahia.
Política criminal e penitenciária
Dois mandatos no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.
“Itapé, numa síntese, é a minha escola, a minha pátria e a minha vida!”
Conheça o que defende para a Bahia.
Da força do Grande Sul à infraestrutura que falta, conheça as bandeiras que levam ao Senado uma voz que conhece a região de dentro.